Fui questionado por uma amiga sobre o que escrevo no blog, ela me disse que nas minhas entrelinhas ando escrevendo mal das mulheres, acredito no entanto, que falo bem das mulheres. Eu amo as mulheres, do meu modo ,é claro. Eu adoro as mulheres, gosto de escrever sobre mulheres e para as mulheres. As mulheres despertam muita atenção, e principalmente compreensão e interpretação. São um estudo de caso. Entender o mundo feminino requer muito estudo. Não é fácil entender por quê uma mulher quando vai para uma festa, se arruma para impressionar outras mulheres e não os homens?, será que estou enganado? ou por quê uma mulher quase nunca consegue ir sozinha no banheiro num ambiente público? ou quando uma mulher não está muito legal, com algum problema, a primeira coisa a fazer é ir para o cabeleireiro mudar o cabelo? Isso não é falar mal, é falar bem. Com certeza existem muitos questionamentos sobre os homens também, mas não tem graça fazer tais questionamentos, as respostas são previsíveis. As mulheres não. As respostas podem ser diversas e imprevisíveis. Não estou falando mal das mulheres, acreditem, eu juro.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
AS MULHERES E A OBSESSÃO POR CARROS - PARTE II
Como mencionei anteriormente, não tenho carro por opção, é uma forma de me auto controlar, é um meio de me manter mais centrado, pois acreditem, eu iria viajar muito...longe, não sei se voltaria, assim permaneço mais contido, viajo até onde meus pés e bolsos alcançam. Alguns poucos pensam como eu. Vou contar um segredo de um amigo, não deveria, ele fez um teste, e o resultado era o esperado. Meu amigo sempre ao começar um relacionamente com uma mulher sonegava algumas informações, ela nunca dizia que não tinha carro. Conforme o nosso combinado ele deveria dizer que não possuia carro apenas no final do encontro. E adivinhem o resultado...o relacionamento durava apenas um encontro. Meu amigo é uma pessoa educada, culta, tem um bom salário, e uma vida bem estável, seria um prato cheio para as casamenteiras de plantão. No entanto ele tem um problema, ele não tem carro, e como conheço bem ele, acredito que não queira um carro, e não irá mudar de idéia sobre esse assunto. Com isso retorno novamente o questionamento, alguém pode me explicar que obsessão é essa por carros, com certeza não é para se locomover, como meio de transporte. Uma vez uma mulher me disse quando confrontada por essa questão: - "Eu acho que as mulheres gostam de homens que tem carro, por quê elas nunca tiveram carro". Fiquei pensando nessa resposta, faz até sentido, por um lado. Mas não me convenceu a resposta. Espero outra....resposta.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
AS MULHERES E A OBSESSÃO POR CARROS
Tenho um sonho, na verdade não é um sonho, é uma vontade de compreender ou ao menos tentar compreender, o porquê da obsessão das mulheres por carros? É interessante analisarmos, com certeza a psicologia explica ou a filosofia ou a sociologia. Mulher gosta de homem que tem carro, quero dizer, gosta do carro. Faço esses questionamentos, por que sou leigo nesse assunto. Não tenho carro, por opção própria, não me faz falta, imagina eu com um carro, onde iria parar, Imagino, estou dizendo imagino, sem caráter científico, que a maioria das mulheres (a sempre excessões (que bom)) precisam formar uma imagem, carro significa poder, status, fantasia, um lugar na sociedade, demarcar território. Mas que me perdoem algumas mulheres, mas as vezes elas forçam...Muitos homens (que me perdoem também) não tem nada , apenas o carro, mas é o suficiente, o que importa é combustível, trabalhar para ter combustível. Tendo combustível, terá uma mulher sempre do lado. Não sei quem engana quem, ambos se enganam ou ninguém engana ninguém . O carro representa uma forma sublime de altivez, de soberba, que geralmente mascara o real cotidiano, principalmente dos homens. Seria interesse pesquisarmos quem são as mulheres que gostam de homens que tem carros, qual seu perfil?; bem como também quem são os homens que fazem se passar por outra pessoa em razão do carro? As aparências enganam ou não. O carro deixou a muito de ser algo impossível, todos podemos ter um carro, "isso é simples", por isso não entendo essa obsessão das mulheres. Ter um carro nem sempre representa o estado financeiro de uma pessoa, isto está claro na nossa sociedade, basta apenas ver. Boa sorte as marias gasolinas, boa sorte as malandrões....
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
UMA MULHER IRRITANTE...
Se existe algo que deixa um boêmio nervoso é uma mulher irritante...mulher pegajosa no bar. Conheço uma mulher que acompanha seu marido em todas as situações, inclusive no bar, durante as conversas, durante uma cerveja e outra, nada contra, inclusive para mim ela já se tornou um homem. Mas o que irrita é sua implicância com o marido no bar, controlando a sua bebida, insistindo para ir embora, preocupando-se no valor a ser pago no final. Isso é irritante....essa implicância com o "próximo" é entre meio as nossas conversas. Noite passada nossas discussões tiveram como base o Enem e as políticas públicas municipais (ou a falta delas), e aquela bendita mulher irritando todos....confesso que estou quase no meu limite, acho que na próxima vou perder a compostura. E para piorar, ela ainda é ciumenta. Até hoje não conheci mulher ciumenta que tenha mantido o casamento com um boêmio. Boa sorte para eles...vão precisar. Espero que na próxima junção de boêmios, ela não venha...Se tem algo que um boêmio desteste é hora marcada para voltar para casa, e se tem algo que odeie mais ainda é ter alguém junto sempre lembrando a hora e insistindo para ir para casa. Ela é irritante....
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
VERDADES E MENTIRAS X BEM E MAL
É interessante analisarmos o comportamento de uma pessoa temente a deus quando confrontado com um ateu. A primeira reação de um cristão é logo, tentar associar o ateu como uma pessoa do mal, do diabo; isso beira ao ridículo...Se para o ateu não existe deus consequentemente não existe o diabo. O ateu entende que existem verdades e mentiras, os cristãos radicais apenas a existência do bem e o mal. Quem não acredita em deus, então é do mal, isso reflete idéias da idade média, do tempo da inquisição. O mal e o bem estão ligados as atividades do cotidiano, nas suas ações e atitudes, independe de acreditar ou não em deus. Mas infelizmente as igrejas precisam do mal e do pecado...elas precisam sobreviver. O bem e o mal são os alicerces das instituições religiosas; as verdades e as mentiras fazem os indivíduos pensarem. Quando uma pessoa pensa...se torna perigosa para a igreja e seus fiéis.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
PATRICINHA FASCISTA
A estupidez está sempre ao alcance de todos. Mayara Petruso, patricinha paulista, estudante de Direito, saiu do anonimato para fama, via Twitter, graças a um coice na inteligência nacional.
Indignada com a vitória de Dilma Rousseff, a moça disparou este petardo: "Nordestino não é gente, faça um favor a São Paulo, mate um nordestino afogado. Tinham que separar o Nordeste e os bolsas-vadio do Brasil (...) Construindo câmaras de gás no Nordeste, matando geral". No Facebook, a burrinha racista se atolou um pouco mais: "Afunda, Brasil. Deem direito de voto pros nordestinos e afundem o país de quem trabalha pra sustentar vagabundos que fazem filhos pra ganhar bolsa 171". Mayara já perdeu o emprego no escritório onde trabalhava e sofrerá ação judicial protocolada pela OAB.
Alguns jovens universitários paulistas têm revelado um grau superior de idiotice. Depois da turminha que hostilizou uma guria por causa da sua minissaia, apareceu o bando do "rodeio das gordas", propondo tratar meninas obesas como animais. E agora entra em cena a tal Mayara. O escândalo maior é imaginar que isso representa uma opinião média difundida na Internet. Como será que a mulinha Mayara explica a vitória de Dilma em Minas Gerais? Achar que as ajudas sociais são incentivos à vagabundagem é típico de uma elite primitiva ou de uma classe média ignorante. Qualquer país civilizado, a começar por França, Alemanha, Inglaterra e, evidentemente, países escandinavos, oferece mais ajudas sociais que o Brasil. Não adianta ir à Europa só para comprar bolsas Vuitton. É preciso espiar o cotidiano.
Quem não recebeu e-mails dizendo que Dilma não podia ser candidata por ter nascido na Bulgária? Quantos analistas têm por aí sugerindo que os nordestinos são subeleitores que votaram com o estômago? Quando um empresário escolhe um candidato seduzido pela possibilidade de redução de impostos, o que é legítimo, não se trata de voto por interesse? Não é voto com o bolso? Quando ruralistas votam num candidato na esperança de conseguir mais incentivos, o que é comum, não é voto interesseiro? Mayara não deixa de ser o produto de uma estratégia perigosa, a divisão ideológica entre bem e mal. Foi essa perspectiva, cara ao vice Índio da Costa, que José Serra adotou. A revista Veja e o jornal Estado de S. Paulo deram aval a essa idiotice retrógrada. Uau!
O PSDB, que nasceu pretendendo ser moderno e racional, podia mais. Veja, que se acha mais moderna do que os modernos, acabou por produzir leitores Mayara. Isso não tem a ver com partidarismo como imaginam os mais simplórios ou ideológicos. Eu jamais terei partido. Meu único capital é a independência selvagem. Sou a favor do voto de castidade partidária para jornalistas. Tudo pela liberdade de dizer que quem acha o Bolsa-Família um incentivo à vadiagem pensa como Mayara. Esse foi o principal erro tucano na campanha eleitoral: ter guinado à direta para tentar seduzir as Mayaras, que arrastaram um intelectual progressista como Serra para o reacionarismo rasteiro do Estadão e da Veja. Mayaras, nunca mais!
Juremir Machado da Silva
Artigo publicado no Correio do Povo de 5/11/2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O LANCHE E O LIVREIRO DE CABUL
No dia 29, participei de caminhada no centro de Porto Alegre com o ministro dos Esportes Orlando Silva, com a deputada Manuela D'Ávila, com o vice-governador Beto Grill, com outros deputados; com diversos atletas, como o judoca João Derly, o ginasta Mosiah Rodrigues, o árbitro Carlos Simon, entre outras pessoas vinculadas ao Esporte. No retorno à D'iamargar, mais uma vez repetiu-se aquela velha história...a mania dos motoristas de ônibus realizarem paradas para lanche em locais onde os preços são altos (os motoristas não pagam, é lógico). Não se trata de uma questão de dinheiro, mas será que não poderiam realizar paradas em locais em que os preços sejam acessíveis a todos os passageiros, muitos não tem condições e permanecem no ônibus. Mas para minha grata surpresa, neste local insalubre para os bolsos, encontrei algo que há muito estava procurando, e pasmem por um preço justo. Encontrei o livro "O livreiro de Cabul", que há tempo estava tentando adquir, apesar de já publicado a algum tempo. Já tinha ouvido belos comentários sobre o livro, realmente é formidável, aconselho a leitura deste para todos, principalmente as mulheres. " O livreiro de cabul", escrito pela jornalista norueguesa Asne Seierstad, descreve o cotidiano de uma família e suas relações sociais, no Afeganistão, após a queda do Talibã. Temas como casamento e relação entre marido e mulher embasam o livro. Durante a leitura do livro na viagem de volta, cheguei até mesmo a esquecer minha revolta com os preços exorbitantes dessas lancherias à beira de estrada.
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